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Por Erick Miranda, em OPINIÃO

Rock Nutela X Rock Raiz

01 de Outubro de 2017 às 19:59

Rock Nutela X Rock Raiz

Algumas vezes já me chegou aos ouvidos uma comparação que, a mim, parece muito sem nexo, mas que me reflete um pouco os valores atribuídos à música de hoje. “Foo Fighters já fez mais sucesso que o Nirvana” e “Dave Ghrol é o cara mais carismático do ro...

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Por Márcio Barros, em OPINIÃO

Nasi e a t(ira)nia dos covardes

04 de Setembro de 2017 às 16:30

Nasi e a t(ira)nia dos covardes

Tocqueville, no século XIX, utilizou uma expressão irônica para designar a maior contradição dos sistemas democráticos: 'a tirania da maioria'. Mais de dois séculos depois, com a popularização das redes sociais, podemos tranquilamente dizer que vivemo...

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Por Márcio Barros, em OPINIÃO

O Portão

19 de Julho de 2017 às 02:55

O Portão

A música o portão, de Roberto Carlos, é um bom exemplo de como a arte pode ser extremamente simples e sofisticada ao mesmo tempo. A letra narra o retorno de alguém depois de um longo período de ausência. Não sabemos o motivo do afastamento, se o narrador é homem, mulher, jovem ou adulto, da mesma forma como não há pistas de quem o recebe com os dois braços abertos e nem qual é o motivo da ausência.Pode ser um filho(a), pródigo(a) retornando à casa. Ou um esposo(a) que se arrependeu de abandonar

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Por Márcio Barros, em OPINIÃO

Enchendo linguiça

25 de Abril de 2017 às 16:37

Enchendo linguiça

Um amigo, leitor do entrerios, perguntou o porquê do meu jejum prolongado no blog. Respondi entre dentes amarelos que era só uma pausa de reavaliação criativa. ‘Não vai dizer que tá faltando assunto’, insistia cinicamente o amigo. Acho que não, repliquei dando uma bicada na cerveja e mordiscando o tira gosto de linguiça caseira. Mas o fato é que pouca coisa anda me interessando ultimamente, incluindo aquela conversa, pensei comigo. Crise econômica, delações premiadas, adulteração da carne e da

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Por Márcio Barros, em OPINIÃO

O Poeta do espanto

03 de Fevereiro de 2017 às 03:50

O Poeta do espanto

Certa vez Ferreira Gullar foi abordado por alguém que o perguntou se ele era o famoso Poeta, ao que respondeu: “Às vezes”. A estória era contada por Gullar para ilustrar seu “conceito” de que ser poeta é um estado, não um ofício. Nesse ponto, aliás, o maranhense discordava de João Cabral de Melo Neto, para o qual o poema tinha que ser construído, talhado em pedra, artesanalmente. Trabalhado palavra por palavra. Para Gullar, o poema nasce do arrebatamento, da apreensão de um momento de maneira

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Por Diego de Montalvão, em OPINIÃO

Submissão (França, 2015)

10 de Agosto de 2016 às 03:00

Submissão (França, 2015)

Em 1964, o genial Stanley Kubrick lançava Dr. Strangelove, cujo o subtítulo How I Learned To Stop Worrying And Love The Bomb atestava o tom satírico da obra. O filme, focado em ridicularizar a guerra fria, retratava, mesmo ironicamente, o grande temor vigente das armas atômicas que, em última instância, seriam capazes de dizimar boa parte da humanidade. Com o passar do tempo, tal ameaça se tornou lânguida e arrefecida pelos novos mecanismos de poder e posicionamentos geopolíticos. As décadas

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Por Raul Lopes, em OPINIÃO

Entrerios no SALIPI-2016

08 de Junho de 2016 às 16:01

Entrerios no SALIPI-2016

O site Entrerios participará do SALIPI - Salão do Livro do Piauí no bate-papo literário que ocorrerá no dia 16/06, quinta-feira, às 18h. O Salipi ocorre de 10 a 19 de junho, no Espaço Rosa dos Ventos, na UFPI. Os participantes do site conversarão sobre a abordagem do site acerca de cinema, literatura e reflexões do cotidiano, com possibilidade de interação com o público. Na ocasião ocorrerá o lançamento do livro “ENSAIOS CINEMA ENTRERIOS: Reflexões sobre cinema e literatura”. O bate-papo

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Por Márcio Barros, em OPINIÃO

O Brasil não precisa de Sérgio Moro

06 de Abril de 2016 às 10:16

O Brasil não precisa de Sérgio Moro

No Post Galileu Galilei aqui do entrerios há um diálogo entre Galileu e um discípulo, momentos após o mestre renegar suas teorias científicas para escapar da fogueira da inquisição, em que o aprendiz sentencia: Infeliz a terra que não tem heróis.

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Por Raul Lopes, em OPINIÃO

Cronicamente Viável: Adaptação

16 de Março de 2016 às 12:17

Cronicamente Viável: Adaptação

"A televisão me deixou burro, muito burro demais". Dizem que essa frase não faz mais sentido, sua realidade é a da época em que foi cantanda pelos Titãs no distante ano de 1985, hoje a televisão é invofensiva. Culpar a coitada da TV por emburrecer alguém, sinceramente, não tem sentido. Será? Hoje eu escolho como eu devo me informar e isso somente foi possível graças a ágil e acessível rede social. Acho que a voz do Branco Melo ainda tem sentido, até porque acredito que na internet encontro um

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