25 de Outubro de 2017 às 16:13
Jardim das Oliveiras
Hoje faço 70 anos. Fora a artrose que me corrói as articulações e o embotamento da vista, vou bem. Nunca tive grandes...
Leia mais →
25 de Outubro de 2017 às 16:13
Hoje faço 70 anos. Fora a artrose que me corrói as articulações e o embotamento da vista, vou bem. Nunca tive grandes...
Leia mais →
17 de Outubro de 2017 às 13:59
Solidão- Filho, eu vou viajar.- E eu vou ficar sozinho, pai?- Não filho, seu irmão vai ficar com você.- Eu vou ficar sozinho...
Leia mais →
06 de Outubro de 2017 às 16:39
Uma lata existe para conter algo, Mas quando o poeta diz: “Lata” Pode estar querendo dizer o incontívelUma meta existe...
Leia mais →
01 de Outubro de 2017 às 19:59
Algumas vezes já me chegou aos ouvidos uma comparação que, a mim, parece muito sem nexo, mas que me reflete um pouco os valores atribuídos à música de hoje. “Foo Fighters já fez mais sucesso que o Nirvana” e “Dave Ghrol é o cara mais carismático do ro...
Leia mais →
24 de Setembro de 2017 às 23:35
Há uma infinidade de obras que querem retratar a vida. Não pretendo aqui pontuar limites, mas fazer desta sentença um argumento estilístico para que...
Leia mais →
20 de Setembro de 2017 às 00:37
Por Erick Miranda Os festivais gigantes, hoje, são um aglomerado de empresas vendendo suas marcas por todo lado, um turbilhão de propagandas e distrações sem fim. No final das contas, quem fica nos últimos lugares no quesito importância é a música. R...
Leia mais →
07 de Setembro de 2017 às 16:28
De novo. Havia dito que aquela seria a última vez, mas sabe como é, perdi a autonomia, não existe mais o querer ou não querer...
Leia mais →
04 de Setembro de 2017 às 16:30
Tocqueville, no século XIX, utilizou uma expressão irônica para designar a maior contradição dos sistemas democráticos: 'a tirania da maioria'. Mais de dois séculos depois, com a popularização das redes sociais, podemos tranquilamente dizer que vivemo...
Leia mais →
16 de Agosto de 2017 às 18:17
Eu descia por dentro de uma montanha. Sim, era um caminho por dentro da montanha, em espiral descendente, contornando sua estrutura, seu corpanzil pedregoso, rígido, quase imutável. Eu descia calma e cadenciadamente, o teto era quebrado e entrecortado pelos raios de sol que desciam pelas frestas, malhando o chão rochoso com a luminosidade amarela e quente.Eu descia sozinho, lembro bem, sem sentimentos eufóricos nem pressa, nem coisa o valha. Eu, descia.E desci.Ao fim, no sopé da montanha,
Leia mais →
09 de Agosto de 2017 às 00:10
Basta eu pôr o pé fora de casa, o que tento evitar amiúde, para me confrontar com uma legião de inconformados. Sim, não posso chegar no boteco que, após cumprimentos formais e...
Leia mais →