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Por Raul Lopes, em OPINIÃO

O espetáculo de Llosa

26 de Junho de 2018 às 13:59

O espetáculo de Llosa

A obra me chamou atenção pela forma que conceitua e identifica a cultura nos dias de hoje. A cultura de hoje não é a mesma daquela de alguns anos atrás, o conceito se alargou tanto que hoje em dia tudo é cultura, o pior que essa afirmação fortalece a intenção oposta, por ter a pretensão em abarcar tudo, acaba significando o nada.

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Por Márcio Barros, em OPINIÃO

A beleza - fundamental

24 de Abril de 2018 às 15:24

A beleza - fundamental

No documentário Why Beauty Matters de 2009, transmitido pela BBC, o filósofo inglês Roger Scruton argumenta provocativamente que a arte do século XX (principalmente o que se convencionou chamar de artes plásticas) virou as costas ao seu principal elemento existencial, a beleza

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Por Raul Lopes, em OPINIÃO

Vai Ministra

07 de Fevereiro de 2018 às 14:53

Vai Ministra

Contar uma história é certamente algo essencial, mas as histórias que me agradam são aquelas que têm uma certa dose de abstração, que são mais intuitivas do que cerebrais. O verdadeiro poder do cinema, para mim, não reside no simples fato de contar um história, mas na maneira com ela é contada, na capacidade que se tem de criar um mundo, uma atmosfera ou uma sensação na qual o espectador se veja imerso. Quando Godard fala do visível e do invisível, é exatamente isso: o cinema tem o poder de pintar o invisível

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Por Márcio Barros, em OPINIÃO

Nasi e a t(ira)nia dos covardes

04 de Setembro de 2017 às 16:30

Nasi e a t(ira)nia dos covardes

Tocqueville, no século XIX, utilizou uma expressão irônica para designar a maior contradição dos sistemas democráticos: 'a tirania da maioria'. Mais de dois séculos depois, com a popularização...

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Por Márcio Barros, em OPINIÃO

O Portão

19 de Julho de 2017 às 02:55

O Portão

A música o portão, de Roberto Carlos, é um bom exemplo de como a arte pode ser extremamente simples e sofisticada ao mesmo tempo. A letra narra o retorno de alguém depois de um longo período de ausência. Não sabemos o motivo do afastamento, se o narrador é homem, mulher, jovem ou adulto, da mesma forma como não há pistas de quem o recebe com os dois braços abertos e nem qual é o motivo da ausência.Pode ser um filho(a), pródigo(a) retornando à casa. Ou um esposo(a) que se arrependeu de abandonar

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