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Por Márcio Barros, em FOTOGRAFIA

Janelas - Wolfgang Sulzer

04 de Julho de 2018 às 16:14

Janelas - Wolfgang Sulzer

Sexta à noite. A cidade estava meio entorpecida. Eu e minha esposa resolvemos sair. No caminho, aquela dúvida saborosa sobre qual lugar ir. Enquanto especulávamos, passamos em frente ao Café Viena. O ambiente luminoso e charmoso nos convenceu a ficar por lá.

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Por Raul Lopes, em OPINIÃO

O espetáculo de Llosa

26 de Junho de 2018 às 13:59

O espetáculo de Llosa

A obra me chamou atenção pela forma que conceitua e identifica a cultura nos dias de hoje. A cultura de hoje não é a mesma daquela de alguns anos atrás, o conceito se alargou tanto que hoje em dia tudo é cultura, o pior que essa afirmação fortalece a intenção oposta, por ter a pretensão em abarcar tudo, acaba significando o nada.

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Por Raul Lopes, em MÚSICA

Mac, o arremessador

15 de Junho de 2018 às 03:15

Mac, o arremessador

Não é a primeira do disco, mas ao ouvir My Kind of Woman sofro o primeiro arremesso. Claramente observo Jean-Pierre Léaud em “Antoine e Colette” (1962) de François Truffaut quando começa a descobrir as mudanças internas e externas em uma época de transição da adolescência para a maioridade. Tudo em preto e branco. Não sei como, mas a figura de John Lennon me surge quando ouço: "And I'm down on my hands and knees. Begging you please, baby, show me your world"

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Por Márcio Barros, em CONTOS

A garota sardenta

30 de Maio de 2018 às 16:45

A garota sardenta

Ela chegou sozinha. Sentou junto a uma mesa no fundo do bar. Pediu um chope ao garçom amarelo que passava. Enquanto esperava o pedido, mexia o cabelo, distraída, mirando o vidro espelhado da janela.

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Por Raul Lopes, em CONTOS

Tales, o sabotador

25 de Maio de 2018 às 20:35

Tales, o sabotador

Triste, ma non tropo. Alegre, ma non tropo. Lúcido, sempre. Assim Tales empurrava a vida. Dentro de um espiral, no centro, as coisas não giram, tudo é estático. É um local confortável. Ao seu redor, uma espessa parede giratória que o impede de fugir. Tales estava parado, preso no meio daquele redemoinho, até o dia em que resolveu sair.

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