Viagem no tempo sempre povoou o imaginário popular, seja com o objetivo de alterar o passado ou apenas para presenciar algum fato histórico. E, para encerrar, não poderia faltar Charles Chaplin, com o curta “A Cura”, de 1917.
O ano era 1998. À época eu trabalhava no departamento jurídico de um conglomerado empresarial que atuava em todo o país. Naquele dia fui chamado para acompanhar um caso estranho às lides empresariais que me chegavam.
Brasília, 27 de março de 2013. Naquele dia eu estava na capital federal resolvendo pendências jurídicas da minha advocacia. Por um motivo que não me recordo, precisei ir ao Senado Federal tratar com algum parlamentar a respeito de uma ação judicial.
E se um cardeal, após escolhido para ser o papa, se recusar a assumir o encargo de líder máximo da Igreja Católica? Como explicar o fato de alguém não querer atingir o ápice de sua carreira?
“Faz mais barulho uma árvore que cai do que uma floresta que cresce”. Essa era uma das inúmeras frases que constavam no rodapé da apostila de química do padre jesuíta Florêncio Lecchi.
Apesar de não me considerar um conhecedor da obra de godard, o pouco que vi deste importante nome da nouvelle vague sempre me deixou fascinado. Desde os primeiros filmes, como Acossado e O desprezo, até títulos mais recentes, como Socialismo e Adeus l...
Há uma infinidade de obras que querem retratar a vida. Não pretendo aqui pontuar limites, mas fazer desta sentença um argumento estilístico para que...